Devagar, num toque tão sútil
Um sorriso tão lindo
Quanto o do anjo que caiu
A matemática me impede
De acreditar no impossível
Mas minha mente me cria
Sempre uma esperança
Há sempre uma tolerância
No que não me parece tão errado
Mas quando eu durmo, eu sonho
E depois sinto a diferença de estar acordado
Eu quero ficar só,
Só que não dá,
Na verdade, eu não quero.
Mas no fundo, no fundo eu não quero chegar
O fundo eu desconheço,
Sou resistente ao estranho
Mas tenho que reconhecer
Sou curioso, as vezes insano.
Determinada parte da história
Eu penso em uma coisa
Penso que na trajetória
A minha resistência,
É só medo. Do novo.
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