segunda-feira, 29 de abril de 2013

Do Fundo Eu Desconheço.

Um coração que bate
Devagar, num toque tão sútil 
Um sorriso tão lindo
Quanto o do anjo que caiu

A matemática me impede
De acreditar no impossível 
Mas minha mente me cria
Sempre uma esperança

Há sempre uma tolerância
No que não me parece tão errado
Mas quando eu durmo, eu sonho
E depois sinto a diferença de estar acordado

Eu quero ficar só, 
Só que não dá, 
Na verdade, eu não quero.
Mas no fundo, no fundo eu não quero chegar

O fundo eu desconheço, 
Sou resistente ao estranho 
Mas tenho que reconhecer
Sou curioso, as vezes insano.

Determinada parte da história 
Eu penso em uma coisa
Penso que na trajetória
A minha resistência,
É só medo. Do novo.

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